Comunicação, Promoção e Angariação de Fundos

Programas à medida nas áreas da comunicação, marketing e angariação de fundos para o terceiro setor desde 2012.

Sabia que?

desde aquilo que a nossa organização diz ser, ao que efetivamente faz

da forma como nos apresentamos, à história que contamos

da estratégia da organização, à implementação de ações consistentes (e ágeis) que façam o público-alvo aderir…

passando pela criação de soluções/atividades de impacto, que efetivamente promovam um crescimento sustentável

TUDO é marketing, TUDO é comunicação!

Como está a sua organização a fazê-lo neste preciso momento?

Serviços

Movimento é vida 🙂

E com isto, a evolução da identidade, o que escrevemos, a utilização da narrativa/storytelling e a verdadeira demostração do valor do que fazemos não pode ser esquecido internamente e – menos ainda – não pode ser omitido junto da nossa audiência/público-alvo!    

Para prepararmos a nossa demonstração do “valor menos visível” consideremos algumas questões basilares:

  1. Como estamos atualmente a comunicar (e para quem)?

  2. Qual é o valor que o nosso público-alvo atribui às nossas atividades/intervenções?

  3. Como poderá este público-alvo percecionar e valorizar melhor os verdeiros resultados/impactos do que lhes estamos a entregar (o plano)?

  4. Como implementar um plano que aproxime, satisfaça necessidades e fidelize os nossos públicos-alvo? 

É aqui que a estratégia e o plano de comunicação cumprem o seu papel: fazer passar a mensagem certa, com o máximo de impacto possível face “àquele” público-alvo específico. Há que considerar o enquadramento dos objetivos da comunicação aos da instituição, assim como considerar a criticidade do foco (temporal) para a obtenção de resultados. Lembre-se que a responsabilidade de uma comunicação eficaz só depende da sua instituição.


Objetivos de um plano de comunicação
(exemplos):

  1. Comunicação direta para o aumento da divulgação das atividades/intervenções da instituição, e respetivo:
    • Reforço do posicionamento;
    • Aumento do alcance junto dos públicos-alvo;
    • Credibilidade institucional;

  2. Comunicação corporativa/institucional;

  3. Comunicação interna;

  4. Comunicação para o desenvolvimento.

Na área da comunicação é vital a definição do posicionamento da institução nas suas áreas de intervenção, a seleção de estratégias e instrumentos a utilizar e a implementação do plano de comunicação, devendo este ser um instrumento compreendido/compreensível, tanto internamente, como externamente (bem dirigido à audiência à qual se dirige).

O que fazemos:

  1. Análise do posicionamento estratégico da organização no mercado-alvo (atual vs. potencial);
  2. Co-elaboraçao (com a sua instituição) da estratégia de comunicação;
  3. Desenvolvimento de materiais e instrumentos de comunicação:
    • Design gráfico;
    • Materiais de comunicação;
    • Website e plataformas digitais;
  4. Elaboração do plano de comunicação, assente num processo de cocriação e de verdadeira capacitação da organização;
  5. Acompanhamento de resultados e de impactes.

Hoje em dia tudo é (e pode ser bom) marketing!

Hoje há alguns desafios muito presentes para as organizações, mas que representam uma boa oportunidade de crescimento…

  • Os recursos são escassos… conduzindo-nos à otimização e à rentabilização dos mesmos mas, acima de tudo, focar-nos em melhores estratégias e planos!

  • Os clientes encontram-se sobreestimulados com “ofertas” e informações,… pressionando-nos a melhorar a comunicação do “diamante” que temos para lhe oferecer(!)

  • As novas tecnologias já cumprem um papel (de automatização) na venda,… concerteza! Mais uma razão para reforçarmos a nossa divulgação e canais de promoção/venda online. Ainda que tantos lá estejam, há forças internas que certamente poderão ser potenciadas em função do que entregamos/vevendemos ao mercado. Além do mais, “nem tudo o que parece, é” e por contamos com a preciosa ajuda do benchmarking!

Face ao exposto, certamente já se apercebeu da verdadeira importância de considerar o benchmarking e uma reflexão estratégica antes de se avançar para um plano operacional de marketing (este, sim, já com uma poderação e definição acutilante).

As estratégias de marketing e venda alteraram-se significativamente na última década (2010>2021) devido a:

  1. Novas tecnologias que permitem hoje uma enorme facilidade e comodidade de pesquisa de informação e/ou de aquisição de qualquer produto/serviço;

  2. Mudança nos hábitos de consumo que certamente assiste quando persquisa algo na internet… ou simplesmente quando vê os (tele)jornais!

  3. inovações ao nível dos serviços/produtos: a explosão das ideias empreendedoras em todas as dimensões da sociedade, a evolução regular dos materiais e sua circularidade (se, por exemplo, olharmos para economia circular), entre outros agentes catalizadores, constribuem para estas alterações (não será uma oportunidade interessante para a sua organização?!);

  4. Entre outros fatores impactantes, temos o próprio vírus Covid19 que, entre “mal” e “bem”, pressionou inúmeras organizações para o desenvolvimento de novas e mais eficazes estratégias/instrumentos que garantissem a sua sustentabilidade económico-financeira.

Assim, se por um lado temos cada vez mais intrumentos e tecnologias que nos auxiliam na função do marketing e das vendas, por outro lado, uma insuficiente análise e decisões sobre o caminho a seguir, fragilizam a posição da nossa organização no “radar mental” dos nossos clientes/parceiros.

O desafio, hoje, consiste assim na análise interna e na seleção de boas e suficientes (“less is more“) ferramentas para a sua atividade.

E, não se esqueça, dê espaço mental para o benchmarking 🙂 

O que fazemos:

  1. Reflexão estratégica e (re)posicionamento do produto/atividade no mercado de atuação;
  2. Alinhamento da estratégia de marketing com a estratégia comercial (e vice-versa);
  3. Desenvolvimento de materiais e instrumentos de comunicação (design gráfico; materiais de comunicação; plataformas digitais);
  4. Estabelecimento de um plano de marketing (e de comunicação);
  5. Utilização do benchmarking enquanto ferramenta para validar a direção, reposicionar e introduzir melhorias/inovação;

     

  6. Assessoria na implementação do plano de marketing e comunicação.
    • Contexto > Soluções (Produtos/Serviços/Atividades)
    • Objetivos > Públicos-alvo
    • Estratégia > Mensagens
    • Mensagens > Instrumentos
    • Planeamento e Orçamento

Que fundos (efetivamente) necessita a sua instituição… e para quando?

Os recursos são normalmente deficitários nas instituições do terceiro setor e, por isso mesmo, sem sombra de dúvidas que a angariação de fundos é um tema estratégico para a sustentabilidade das mesmas.

Mas, mesmo aquelas instituições que podem não ter necessidades financeiras tão imediatas, porque não angariar mais fundos para que possam (re)investir nas suas atividades/intervenções e, assim, robustecerem a sua sustentabilidade?

A angariação de fundos (ou fundraising) é a ação de gerar receitas, em prol de uma causa ou missão, de uma organização do terceiro setor, visando melhorar a melhoria da qualidade de vida dos membros da comunidade, promovendo o seu bem-estar, felicidade e cultura (podem existir outros “impactes” mais específicos que dependam da intervenção/projeto específico das instituições).

A angariação de fundos tem por base uma consciência filantrópica e procura agir sobre a causa ou raiz dos problemas e trata-se de um conjunto de atividades desenvolvidas com o objetivo de captar recursos financeiros e/ou materiais em prol de atividades das entidades do terceiro setor, podendo assumir diversos “contornos” – exemplos:

  • Eventos sociais;
  • Captação de recursos instituicionais/de forma institucional;
  • Subvenções;
  • Mecenato e doações;
  • Redes sociais;
  • Imprensa;
  • Televisão;
  • Entre outros.

Os resultados alcançados ao nível da angariação de fundos deverão ser, tanto maiores, quanto maior for o impacto/resultados do ponto de vista do Marketing e da Comunicação, não sendo, no entanto, uma condição vital para o sucesso de diversas campanhas de angariação de fundos (fundraising).

O que fazemos:

  1. Análise do posicionamento da instituição;
  2. Enquadramento do modelo de intervenção, beneficiários e  financiadores;
  3. Elaboração do Case for support;
  4. Preparação de campanhas (cocriação e capacitação);
  5. Definição e construção de materiais de divulgação/apresentação;
  6. Planeamento operacional e orçamento;
  7. Controlo na implementação de campanhas e respetivos resultados.

A nossa Visão 3º Setor

Move-nos uma vontade intrínseca de sermos

um alicerce para o crescimento e desenvolvimento das instituições do terceiro setor,

de forma a que estas robusteçam a sua missão e

fiquem capacitadas de competências e práticas que lhes permitirão

alcançar um maior impacto (nas suas várias dimensões), cada vez mais sustentável.

Para quando precisam de obter resultados?

Será que também procura?

Sustentab. e Contabilidade

Avaliação de Impacto

Robustecer a Qualidade

Capacitar a equipa

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